No última 23 de setembro, uma dia depois de brilhar com performance no Emmy Awards, Halsey foi convidada por outra premiação pra cantar: o Grammy. Calma, a maior premiação da música só acontece em fevereiro, mas ela honrou a história no Museu do Grammy, interpretando seus hits em performance intimista.

 
 

Nos bastidores do evento, Halsey falou sobre o novo álbum “Manic”, marcado para 17 de janeiro. Segundo ela, os fãs podem esperar algo muito pessoal.

 “A razão pela qual este álbum acabou se tornando o que é, é uma conversa muito, muito pessoal”, explicou ela. “É parte da razão pela qual eu tenho usado muita conversa com Ashley (seu nome de batismo) neste álbum, porque parece um olhar por trás da cortina de certa forma. Uma cortina que eu nunca pretendi colocar, mas é apenas um pouco, porque eu era jovem e tinha medo de mostrar – eu não sabia quem eu era profundamente, por isso era irresponsável dizer ao mundo inteiro: ‘Esta é quem eu sou!.’ E o mundo me diria… ‘Você tem 21 anos, não, não é’. Terei 25 anos em alguns dias, o que é aterrorizante porque ainda tenho 19 anos”, refletiu.

Vale ressaltar que o álbum mudou o direcionamento durante o processo criativo. Primeiro, seria mais agressivo, como ela mostrou em “Nightmare”, mas mudou de ideia.

“A raiva feminina é um assunto importante para mim agora”, disse Halsey à Billboard. “Estou interessada em tudo o que é feminino no momento… Passei de apenas querer sair com garotos para ‘amo mulheres, elas são incríveis’. Cresci com minha misoginia internalizada”, refletiu ela antes de decidir pela mudança. Pouco depois, ela explicou. “Eu nunca disse que é um álbum pop. Eu apenas disse que não é raivoso. Graças a Deus sentei para escrever e percebi que não estava mais com raiva. É bom ter essa trégua no meu peito”, escreveu.